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Primeiro.
Data: sábado, 11 de setembro de 2010
Era uma noite um tanto comum, tirando o fato de que uma linda jovem de cabelos negros, pele clara e olhos verdes fugia de um grande castelo com sua mala. Pela sua roupa de palhaço dava para perceber nitidamente que era uma bobo da corte.Horário: 11:50 "Bem, eu sou uma bobo da corte. Meu nome é Laura Fontinelle e nasci em uma família conhecida como a dinastia dos curingas, Estou com 19 anos e tenho um sério problema, eu sou a bobo da corte mais sem graça que já existiu. Convenhamos, nasci na família errada... E neste momento, infelizmente estou fugindo para não morrer!" Tudo começou em uma tarde que fui apresentada ao Rei Paris. Este é o Rei do Norte, que me acolheu depois de eu ter sido despedida muitas vezes por não ter graça. (flashback) - Muito bem Laura: faça uma piada! - Ahh -- nervosa -- A vaca parou no meio da rua e o que ela fez? - O que? - MUUUUUUU!!! -- disse sem graça Paris fingiu muito bem os risos, então todo o castelo riu. Dizem que quem não rir da piada que o rei riu, vai para forca. - Todos podem sair desse aposento. Menos você, Laura -- ordenou Paris "Tô fudida" -- pensei arrependida pela piada. Senti um arrepio na minha espinha, principalmente quando fechei meus olhos e senti uma parede atrás de mim e um corpo a me imprensar. - Hoje a noite venha até minha biblioteca, eu gostaria de um show especialmente para mim! - Você tá de sacanagem que achou engraçado mesmo... - Err, não achei graça. - Então por que um show comigo? - Você vai descobrir quando chegar lá. Senti gotas de suor escorrendo sobre meu rosto quando ele se afastou. Me retirei e fui ao encontro do meu quarto, que era muito nobre para minha função. Tomei banho e peguei minha melhor roupa. Ela era vermelha e preta com cartas de vários naipes. Peguei meu livro de piadas e comecei a ler. "Um casal de portugueses, Manuel e Maria tinham um gambá de estimação. E queriam viajar para frança. Só que na carroça não podia animais. Então Manuel disse para Maria: põe ele embaixo da saia. Aí Maria perguntou: e o fedor? Manuel respondeu: O gambá que se vire!" Além das piadas não serem boas, eu nunca contei elas bem. Percebi então que pelo céu e pelos corredores sem barulho que já estava na hora de ir. Um castelo todo dormindo. Corri para biblioteca e quando abri a porta me deparei com o rei dormindo calmamente em sua poltrona. Achei uma coberta e quando fui cobri-lo me senti sendo agarrada pela cintura e caindo deitada sobre Paris. - Rei, me deixe ir , se a Rainha me pega nessa situaçao me manda cortar a cabeça. - Não, curinga, antes eu quero me divertir, você sabe que é isso que nós queremos. Com isso Paris não se deteve e roubou um beijo de sua curinga. Era o primeiro beijo de Fontinelle e por mais que tenha sido forçado foi um tanto envolvente e sedutor. Paris conseguia sentir todo o corpo de Laura pois sua roupa era um tanto colada. Fontinelle sentia suas respirações ofegantes. Sem que pudesse aguentar, Paris começou a abrir a roupa de Laura, descendo seus beijos. Ambos com toda parte de cima exposta, queriam seguir logo com aquilo. Paris fez um pedido: - Posso? Mas esse pedido ficou sem resposta. |
Bem-vindo
Essa é a irônica e emocionante história
de Laura Fontinelli, uma bobo da corte de
19 anos que não
consegue contar piadas engraçadas. Autora
Uma pessoa que não importa se está acordada ou
não, estará sonhando. Mas os delírios
de noite são os melhores, ninguém os interrompe. Créditos
Foto: Asia
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